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luns, 4 de junho de 2007
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| Novos tempos, novas soluçons |
Celevrarom-se há uns dias as eleiçons municipais e embora eu non tenho voto no Páramo botei de menos que nengum partido tocá-se o que realmente som problemas sérios no concelho pelo que se me conhece. A perda da paisage, que nom deixa de sêr uma riqueza mais, a contaminaçom nítrica das nóssas augas, a biomassa convertida em matéria prima para incêndios, os monocultivos degradadores da fauna _incluida a microfauna do solo_ as escombreiras... Nom parescia importarlhes aos nóssos candidatos, como nom lhes importa demasiado a nóssa saúde nem a qualidade de vida em geral. Nom ouvím para nada falar de meio ambiênte, por mais que desde Fidel Castro a Bush, todo o mundo fale deste tema.
Está bem que se façam pitas e se ponha alumeado público, mas primeiro e que a gente esteja nas aldeias por algo mais que por uns subsidios que mais cedo ou mais tarde se vam acabar. E ensinémoslhes aos nóssos paisanos e paisanas que muitos serviços nom os necessitam, porque compostando nom havería escombreiras nem seria necessária a recolha do lixo e os seus produtos seriam melhor pagos.
Com este artiguinho quero recordar a memória de dois intelectuais que conhecim no Páramo, finados. A d. Eladio, cura de Adai, e a d. Emiliano, mestre de S. Martinho da Torre, que puxeram o seu intelecto ao serviço do povo.
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| Suso L. Gaioso |
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| COMENTARIOS RECIBIDOS |
| Publicado o luns, 25 de junho de 2007 |
É de tudo certo, nom há diferência entre um partido e outro. Fá-se uma política à espanhola e o realmente preocupante nom importa. Nada mudará se a gente nom muda, verbi gratia as bases sociais do BNG em láncara, os do foro Alpendre, e estimo que no Páramo, concelho no que estou todas as tardes, ocorre o mesmo. Pouco a pouco estou mais incómodo com os partidos que há nas papeletas.
Um forte abraço, Suso. |
| Comentario enviado por José M. Nunes |
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