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Publicado o luns, 24 de setembro de 2007
ANTE QUÊ ESTAMOS?
Dim que o Páramo se vai modernizar, e quem dim isso basseam-se na autovia, que troixo ao Concelho dano ecológico e mais nada, no caminho de ferro, que seria bom se os comboios parassem, num poligono industrial que para nada necessitamos, numa futura urbanizaçom arredor do nósso Campo da Feira que o relegará a jardim urbano, e num nefasto parque eólico destruidor da nóssa montanha.

É hora de menos modernidade e mais progresso. O modernismo foi uma corrente artistica de principios de seculo passado, agora toca o progresso, o desenvolvimento sostível, e nom podemos renunciar ao futuro do nósso Concelho relegando-o a sêr uma mera zona ressidencial dentro de dez ou doze anos. Temos um futuro de agricultura respetuosa com a Natureza, e já nom digo ecológica.

Recordo ao Novo, pessoa da minha paróquia tristemente finada nova, que se dedicou ao comercio de pensos, sementes... Um dia no autocarro ouvim que lhes abrira os olhos aos lavradores, mas aquele home que troixo as escouras Thomas a Friólfe e que aconselhava combinar leguminosas com gramíneas, nom crêio que gostá-se da agricultura que se fai hoje.

Suso L. Gaioso
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