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martes, 10 de junho de 2008
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| Da crise ficticia à autogêstom |
Hoje ouvimos muito falar de crise, e algo de certo haverá, e eu crêio que Europa está em crise, mas nom sei realmente muito o que significa o término crise, e desde logo que os nóssos problemas nom têm a vêr com os de outros paises de Europa. E recordo a estes niveis o que me dizeia um amigo um dia, de que na Suiça há o fascismo que havia há vinte anos, e penso que evidentemente a Suiça é um pais fechado onde a nóssa gente nom se integrou e onde a represom moral se exerce mesmo sobre as próprias pessoas suiças, porque teve familia suiça de nascimento. E como falo da Suiça podia falar de muitos paises e estados europeus, incluido os tam admirados paises nórdicos que soim encabeçar as estatísticas de suicidios, violência contra as mulheres, etc.
E frente a esta crise europeia xurdem duas reacçons; uma que vemos bem na Italia de Berlusconi, que vêm a sêr o razonamento de que como nom há para todos e todas, eliminamos aos mais dévis, e frente a essa reacçom excluinte temos a dos distintos movimentos alternativos que luitam pela integraçom e o rechaço ao consumismo, os quais pódem asumir muito da Galiza rural em tempos nom tam lonjanos, onde funcionava a economia de troco, o trabalho compartido e o respeto à Natureza, e penso que muita gente que alimentava a sua lareira com carqueijas se horrorizaria de vêr tanta biomassa abandonada na Galiza mentres subem os combustíveis.
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| Suso L. Gaioso |
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